O Céu e o Mar... Que esplêndidas grandezas
Um bordados de estrelas refulgentes,
Outro, a nos ocultar nas profundezas,
Pérolas finas... Monstros repletos.
Erguendo o olhar contemplo essas belezas
Que nos ostentam no azul, resplandecentes,
Atestando os primores, sempre ilesas,
De uma força e bondade onipotentes.
Depois admiro o Mar – esse infinito –
De vagas agitado e a sós cogito
Nos mistérios sem fim da imensidade.
Faz-se em meu ser a calma da bonança;
Fitando o Céu azul tenho esperança,
Mas ah! Fitando o Mar tenho saudade!
Francisca Clotilde*

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